São os casais gay mais felizes que os heterossexuais?

Um estudo publicado pela Open University (Grã-Bretanha) em Janeiro deste ano revelava que os casais gay tendem a ser mais felizes e mais positivos sobre os seus relacionamentos que os casais heterossexuais. No entanto, de acordo com o mesmo estudo, os casais gay estão menos predispostos a mostrar sinais de afecto em público, como por exemplo, andar de mãos dadas, por temer a desaprovação social.

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Amor, Traição e Casamento

Com o título provocatório Como Pensar Mais Sobre Sexo, o filósofo Alain de Botton oferece nesta sua última obra uma abordagem controversa de questões tão essenciais como conciliar o desejo sexual com a vida marital ou encarar o adultério não como uma traição imperdoável mas com alguma condescendência e brandura.

Botton considera que apesar da inundação de informação sobre sexo, do acesso facilitado à pornografia através da internet ou mesmo da aparente liberalização dos costumes, as pessoas continuam a ter uma relação difícil com a sexualidade, por vezes dolorosa, perseguida por sentimentos de culpa, neuroses e fobias. A ideia duma sexualidade encarada de forma alegre e descontraída, sem obsessões e medos, em que não nos sentimos aquém da experiência do outro, ainda parece pouco compatível com uma série de regras e ideias socialmente sancionadas que regem a forma como as pessoas pensam e vivem a sexualidade.

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A Vida Sexual do Casal

Muitos leitores têm colocado diversas questões relativas à sexualidade no contexto da relação, em particular as questões relativas à falta de desejo.

Na sua última obra intitulada Resurrecting Sex (2002), David Schnarch,  um autor de referência na área da sexualidade e terapia familiar, apresenta em linguagem acessível um modelo para ajudar os casais a compreender e ultrapassar os problemas sexuais. Continuar a ler

Ejaculação Precoce

Em Portugal a aprendizagem da sexualidade está ainda caracterizada pela clandestinidade, por sentimentos de vergonha e pudor associados às práticas sexuais e em alguns contextos o sexo é sinónimo de pecado, sujidade e impureza. A privacidade dos adolescentes não é muitas vezes respeitada pelas famílias cada vez mais obsessivas com o controle sobre os filhos. Os rapazes têm frequentemente dificuldade em se masturbar de forma descontraída com receio que as mães apareçam de surpresa no quarto. Mesmo quando começam a namorar os jovens portugueses estão normalmente sujeitos a terem as primeiras relações sexuais nas casas dos pais, no carro ou em situações que despoletam um nível elevado de adrenalina ao qual se acrescenta a natural ansiedade de desempenho resultante das primeiras experiências sexuais. Continuar a ler