<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Rui Ferreira Nunes &#187; sexualidade</title>
	<atom:link href="http://ruiferreiranunes.com/tag/sexualidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ruiferreiranunes.com</link>
	<description>Psicoterapeuta</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Apr 2012 14:22:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='ruiferreiranunes.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Rui Ferreira Nunes &#187; sexualidade</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://ruiferreiranunes.com/osd.xml" title="Rui Ferreira Nunes" />
	<atom:link rel='hub' href='http://ruiferreiranunes.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Sexualidade Feminina e o Cisne Negro</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2011/02/21/sexualidade-feminina-e-o-cisne-negro/</link>
		<comments>http://ruiferreiranunes.com/2011/02/21/sexualidade-feminina-e-o-cisne-negro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 19:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[controlo]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ruiferreiranunes.com/?p=56</guid>
		<description><![CDATA[Numa altura em que a sexualidade feminina parece ter-se tornado num apetecível objecto da comunidade científica e dos media, o filme  Cisne Negro confronta-nos com algumas questões do desenvolvimento sexual das mulheres recorrendo ao ballet clássico como metáfora perfeita do &#8230; <a href="http://ruiferreiranunes.com/2011/02/21/sexualidade-feminina-e-o-cisne-negro/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=56&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que a sexualidade feminina parece ter-se tornado num apetecível objecto da comunidade científica e dos media, o filme <em> Cisne Negro</em> confronta-nos com algumas questões do desenvolvimento sexual das mulheres recorrendo ao ballet clássico como metáfora perfeita do controlo castrador do corpo.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>Embora não sendo a questão central da história, a sexualidade de Nina, a bailarina escolhida para desempenhar o papel duplo dos cisnes branco e negro, acaba por ser o maior obstáculo à sua capacidade de interpretar o cisne negro que, na versão do bailado, consegue seduzir e enganar o príncipe, levando-o a trair o juramento de amor com o cisne branco, figura simbólica do amor puro, monogâmico, que assim sucumbe às forças do mal, representado na capacidade sedutora e destrutiva do cisne negro.</p>
<p>A história do bailado tem de facto uma analogia com uma determinada visão da sexualidade da mulher que ainda perdura hoje. A mulher pura e casta que guarda a sua sexualidade intacta é punida pela mulher sexualizada, destruidora do amor. A história do cinema está repleta de referências a estas mulheres cuja capacidade sedutora está irremediavelmente ligada à destruição da vida, dos homens e das mulheres que representam o papel socialmente desejável ou em termos genéricos, o bem (social). São exemplos desta representação do feminino, os clássicos que marcaram as gerações dos anos 50 e 60, Esplendor na Relva, Um Eléctrico Chamado Desejo ou Tudo sobre Eva, entre muitos outros.</p>
<p>Não é por acaso que o argumentista escolheu<em> O Lago dos Cisnes</em> para ilustrar a perturbação do desenvolvimento de Nina, cativada na relação com uma mãe psicótica. O conflito entre a estrutura mental rígida derivada da relação com a mãe e as exigências do coreógrafo, representativas do poder do homem, da sexualidade e do perfeccionismo da dança, levam Nina a um stress emocional extremo, potenciador de sintomas psicóticos que a acabarão por destruir. Ao longo do filme, Nina sofre de alucinações que gradualmente invadem o real, destrutivas do eu e dos seus rivais arcaicos (as colegas e a mãe), colando-se assim à personagem do cisne branco e à história do bailado.</p>
<p>Embora exista um corpo de literatura científica que de forma consistente aponta para a predisposição genética no desenvolvimento da esquizofrenia, o stress psicológico continuado causado por factores sociais e familiares parece ter um papel preponderante na produção das patologias psicóticas.</p>
<p>A mãe controladora que procura cristalizar a relação com a filha e impedi-la de crescer, sexualizar-se e assim rivalizar consigo, remete-nos facilmente para o nosso referencial cultural onde as mães ultra-protectoras retêm o desenvolvimento da sexualidade dos seus filhos dando origem a tantos casos de anorexia, bulimia, disfunções sexuais, bem como falta de auto-estima, auto-confiança e especialmente a sensação de permanente inadequação perante o real.</p>
<p>Por mais que tente, Nina sente-se sempre angustiada pela sua imperfeição e perseguida pelo desejo de ser perfeita e assim obter o reconhecimento de si mesma, através dos outros. Por outro lado, Nina sente-se desadequada perante os outros, que estranham a ausência de desejo e a falta de competências sociais da bailarina.</p>
<p>O meio da dança não é somente retratado como potenciador da patologia mas essencialmente como espelho desta. O controlo escrupuloso do corpo, a idealização deste, o perfeccionismo na execução, são metáforas da estrutura interna de Nina, decorrentes da falta de gratificação narcísica. As estratégias de controlo da mãe como as da dança são internalizadas por Nina na sua busca da perfeição.</p>
<p>Para sentir prazer ou ultrapassar os seus medos, Nina precisa de se descontrolar e transgredir a sua estrutura, transformando o real nas suas fantasias e alucinações. Quando tenta explorar a sexualidade, Nina fá-lo de forma desorganizada e polimórfica. A retenção do desenvolvimento sexual potencia o seu lado auto-destrutivo, quando contraposta à colega, aparente rival (representação do cisne negro), que possui uma sexualidade integrada, objecto de inveja e de fascínio.</p>
<p>Desta forma, o filme inverte de alguma maneira a representação clássica da sexualidade da mulher enquanto destruidora do bem. O cisne branco acaba por ser vítima da sua assexualidade e da sua desconexão com o real. Nina não está longe do que muitas mulheres sentem relativamente à sexualidade, o medo terrível de perder o controlo. A entrega ao outro é assim subentendida como uma forma sublimada de auto-destruição.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/56/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=56&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruiferreiranunes.com/2011/02/21/sexualidade-feminina-e-o-cisne-negro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/288719a321e920ca8107e96712bcbe4a?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ruiferreiranunes</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Vida Sexual do Casal</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2010/03/10/a-vida-sexual-do-casal/</link>
		<comments>http://ruiferreiranunes.com/2010/03/10/a-vida-sexual-do-casal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 12:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ruiferreiranunes.com/?p=45</guid>
		<description><![CDATA[Muitos leitores têm colocado diversas questões relativas à sexualidade no contexto da relação, em particular as questões relativas à falta de desejo. Na sua última obra intitulada Resurrecting Sex (2002), David Schnarch,  um autor de referência na área da sexualidade &#8230; <a href="http://ruiferreiranunes.com/2010/03/10/a-vida-sexual-do-casal/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=45&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos leitores têm colocado diversas questões relativas à sexualidade no contexto da relação, em particular as questões relativas à falta de desejo.</p>
<p>Na sua última obra intitulada <em>Resurrecting Sex </em>(2002), David Schnarch,  um autor de referência na área da sexualidade e terapia familiar, apresenta em linguagem acessível um modelo para ajudar os casais a compreender e ultrapassar os problemas sexuais.<span id="more-45"></span></p>
<p>Schnarch considera que o funcionamento sexual da relação é um reflexo da forma como nos posicionamos face à outra pessoa e da maneira como toleramos a nossa ansiedade no contexto da relação. Por outras palavras, a pessoa mais segura de si não ficará dependente da resposta do parceiro(a) para validar o seu comportamento e o seu desempenho sexual. A pessoa mais diferenciada será aquela que melhor tolera e aceita as suas fragilidades e como tal tem melhor capacidade para dialogar com o parceiro(a) sem se sentir posta em causa.</p>
<p>Por exemplo, se um dos elementos do casal depende da resposta do outro para se sentir atractivo e desejado, ficará sempre refém do comportamento do primeiro e da ansiedade que poderá sentir se este se afasta temporariamente mesmo que por outro tipo de razões.</p>
<p>A pessoa mais diferenciada tem melhor capacidade para manter-se calma e em consonância com os seus valores quando é desafiada pelo parceiro(a). A pessoa que é capaz de se confrontar consigo mesma consegue ficar menos reactiva quando o parceiro(a) fica ansioso ou provocador. A capacidade para tolerar o desconforto da diferença de opiniões permite à pessoa afirmar-se na relação, crescer e ultrapassar os problemas que possam surgir através da capacidade para aceitar que o outro é diferente dela.</p>
<p>Na obra referida, Schnarch estabelece um modelo para resolução dos problemas sexuais  dos casais organizado em três eixos fundamentais: 1) optimização da capacidade de resposta do corpo; 2) optimização da estimulação recebida e 3) optimização dos sentimentos, emoções e pensamentos, incluindo a relação com o parceiro(a).</p>
<p>A resposta do corpo está condicionada por factores fisiológicos decorrentes da idade, níveis hormonais e uma variedade de questões médicas que podem interferir no desempenho sexual. Um exame médico completo poderá identificar algumas das causas das dificuldades sexuais. Contudo, convém lembrar que o corpo não opera desligado da mente e que grande parte dos problemas sexuais têm uma componente psicológica. Até para os problemas estritamente médicos existe sempre uma resposta emocional. Nos problemas sexuais a componente emocional estará invariavelmente presente quer seja como causa ou como resultado.</p>
<p>Scharnch considera que a estimulação sexual implica que os parceiros sejam tão voluntariosos para dar prazer como para receber. O autor considera que a conexão emocional durante o sexo é um pressuposto necessário para optimizar a estimulação sexual. Dar as mãos ou olhar nos olhos durante a relação sexual pode ajudar a retomar a conexão emocional quando esta se perde, como por exemplo nos casos em que a pessoa tem dificuldade em associar o acto sexual à expressão de afecto pelo outro. A quantidade e a qualidade da estimulação sexual estão muitas vezes relacionados com a disponibilidade para ir ao encontro do outro e das iniciativas que este possa tomar. Uma atitude não defensiva e um maior investimento nos preliminares ajudam o corpo (e a mente) a descontrair e facilitam a resposta sexual.</p>
<p>A estimulação sexual do casal está claramente associada aos pensamentos, sentimentos e emoções decorrentes do funcionamento da relação. Os casais que têm por hábito partilhar actividades, apoiarem-se mutuamente nos momentos difíceis e colaborarem nos processos de decisão sentem-se mais próximos emocionalmente e mais disponíveis sexualmente. Se uma das  pessoas está zangada, frustrada ou ressentida com a outra torna-se muito difícil a aproximação e tende diminuir o desejo sexual. Lidar com os problemas que despoletam sentimentos negativos  e aceitar falar sobre as razões de cada um numa atitude conciliatória e não acusatória promove a auto-estima de ambos os membros do casal e reforça a intimidade.</p>
<p>Schnarch sublinha as vantagens dos casais expandirem o seu reportório de comportamentos sexuais, experimentando situações em que possam explorar a forma como cada um se pode expressar através do sexo, incluindo fantasias e aspectos transgressores que tornam a relação sexual mais erótica. O erotismo é uma experiência subjectiva e reveladora do nosso mundo interior. A capacidade para partilhá-la com o parceiro(a) reforça os laços afectivos ao mesmo tempo que promove a aceitação do outro como um todo.</p>
<p>O comportamento sexual é em grande parte resultado da relação que temos connosco mesmo e  da forma como nos vemos a nós e aos outros. Muitas vezes as pessoas procuram justificar os seus problemas devido a condicionantes psicológicos, aspectos culturais e sociais. Schnarch considera que o significado dos problemas sexuais não é necessariamente a causa destes mas antes o resultado. Por exemplo o significado atribuído à falta de prazer na relação pode reforçar o problema e condicionar a forma de o resolver.</p>
<p>Melhorar a relação sexual implica tolerar maior conexão emocional e capacidade para arriscar ser diferente, reconhecendo que podemos mudar sem receio de perder a nossa identidade. A dificuldade de alterar o comportamento sexual reside precisamente na relação intrínseca entre o que nós somos e como nos comportamos sexualmente. Segundo Schnarch, modificar o comportamento sexual  implica mudar aquilo que eu sou e a relação com o outro e este será o maior desafio colocado nos problemas da sexualidade.</p>
<p>Referências:</p>
<p>Schnarch, David (2002). <em>Resurrecting sex</em>. New York: HarperCollins Publishers.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=45&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruiferreiranunes.com/2010/03/10/a-vida-sexual-do-casal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/288719a321e920ca8107e96712bcbe4a?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ruiferreiranunes</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Ejaculação Precoce</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2009/11/06/ejaculacao-precoce/</link>
		<comments>http://ruiferreiranunes.com/2009/11/06/ejaculacao-precoce/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ejaculação]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ruiferreiranunes.com/?p=41</guid>
		<description><![CDATA[Em Portugal a aprendizagem da sexualidade está ainda caracterizada pela clandestinidade, por sentimentos de vergonha e pudor associados às práticas sexuais e em alguns contextos o sexo é sinónimo de pecado, sujidade e impureza. A privacidade dos adolescentes não é &#8230; <a href="http://ruiferreiranunes.com/2009/11/06/ejaculacao-precoce/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=41&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal a aprendizagem da sexualidade está ainda caracterizada pela clandestinidade, por sentimentos de vergonha e pudor associados às práticas sexuais e em alguns contextos o sexo é sinónimo de pecado, sujidade e impureza. A privacidade dos adolescentes não é muitas vezes respeitada pelas famílias cada vez mais obsessivas com o controle sobre os filhos. Os rapazes têm frequentemente dificuldade em se masturbar de forma descontraída com receio que as mães apareçam de surpresa no quarto. Mesmo quando começam a namorar os jovens portugueses estão normalmente sujeitos a terem as primeiras relações sexuais nas casas dos pais, no carro ou em situações que despoletam um nível elevado de adrenalina ao qual se acrescenta a natural ansiedade de desempenho resultante das primeiras experiências sexuais.<span id="more-41"></span></p>
<p>Não é por isso de admirar que em contextos em que as práticas sexuais estão sujeitas a tantos restringimentos que as relações sexuais sejam optimizadas e que a ejaculação aconteça de forma prematura como resposta às situações referidas. No caso de Portugal, depois das primeiras experiências sexuais, os rapazes heterossexuais têm alguma dificuldade em manter uma vida sexual activa mesmo quando estão em relação. Não só porque vivem até tarde em casa dos pais mas também porque as raparigas por razões culturais muitas vezes procuram valorizar-se perante os rapazes, usando a sua (in)disponibilidade sexual como forma de manipular a relação e o jogo da sedução. Curiosamente os homens homossexuais não tendem a ter problemas de ejaculação precoce devido à facilidade com que encontram parceiros para sexo e ao intenso treino adquirido nos primeiros anos de actividade sexual.</p>
<p>Obviamente a ejaculação precoce não é só um problema dos homens portugueses, embora a incidência seja muito elevada no nosso país. Na verdade a ejaculação precoce é a uma das  disfunções  sexuais mais comuns e estima-se que um terço dos homens não se considerem satisfeitos com a sua capacidade para controlar o orgasmo.</p>
<p>Quase todos os homens ejaculam de forma prematura nas primeiras relações sexuais e só com o tempo e prática adquirem o controle necessário para atingir uma experiência mais gratificante e satisfatória. Contudo, muitos deles acabam por definir o seu desempenho sexual pelo tempo apreendido para chegar ao orgasmo, que passa a ser um mecanismo involuntário muito difícil de controlar. Alguns homens acabam mesmo por associar a ejaculação prematura a uma libido fogosa que assim manifesta a intensidade do desejo e excitação pelo objecto sexual.</p>
<p>A definição, causas e tratamento da ejaculação precoce são diversas e motivo de desacordo e controvérsia entre os especialistas. A característica comum a todas as definições é que o homem sente que tem pouco ou nenhum controle sobre o momento da ejaculação o que o leva normalmente a sentimentos de vergonha e inadequação. Esta problemática adquiriu maior importância social nas últimas décadas, em que a duração da relação sexual passou a ser mais valorizada associada ao enfoque no prazer sexual de ambos os parceiros em lugar da viabilidade reprodutiva.</p>
<p>São vários os  tratamentos para a ejaculação precoce. Os mais comuns são as intervenções comportamentais em que são prescritos exercícios para a ser realizados individualmente ou com a parceira(o) com o intuito de (re)aprender o controle ejaculatório. Estes exercícios são acompanhados por uma avaliação da história sexual e de desenvolvimento do paciente com vista a serem identificados conflitos ou desconforto com a sexualidade que possam estar a obstaculizar o desempenho sexual. O objectivo passa por incrementar a auto-confiança e a compreensão e diluição das causas que estiveram na origem do problema.</p>
<p>Outro tipo de abordagem pode ser realizada através da relação, avaliando-se a evolução da sexualidade do casal e a percepção que cada um terá do “problema”. A dinâmica da relação, as questões relacionadas com a sexualidade na família de origem de cada pessoa e o contexto sócio-cultural em que cresceram são outros aspectos a ser considerados. A prescrição de exercícios é focalizada na interacção entre os membros do casal.</p>
<p>Por último, pode-se recorrer a medicação como complemento do tratamento psicoterapêutico, sendo comum o recurso a  antidepressivos da categoria SSRI, que actuam sobre o mecanismo de recaptura de serotonina no cérebro e o Viagra. Tanto uma medicação como a outra de forma geral atrasam a ejaculação, embora como com todos os medicamentos, as respostas são variáveis e a escolha do medicamento deverá obedecer a uma avaliação cuidadosa por parte de um médico especializado nesta área.</p>
<p>Apesar da variedade de intervenções, o sucesso do tratamento nem sempre é garantido e as “recaídas” são comuns. Segundo um dos maiores especialistas na matéria, Derek Polonsky (2000), é fundamental compreender o significado da sexualidade para o homem, a sua capacidade para se sentir confortável na relação intima, e o papel que a ejaculação precoce poderá ter na dinâmica relacional. Polonsky sugere quatro tipos de ejaculação precoce: a Simples, a Simples e Relacional, a Complexa e a Complexa e Relacional.</p>
<p>A ejaculação precoce simples será a mais fácil de tratar e com maior taxa de sucesso nos resultados e permanência destes. Nos casos em que estejam implicadas questões relacionais, o tratamento é mais complicado e está dependente da colaboração da parceira(o), das suas questões individuais e da dinâmica do casal. Os casos mais complexos envolvem problemas psicológicos independentes das questões da sexualidade e implicam uma terapia mais complexa e de maior duração, quer a nível individual quer a nível do casal.</p>
<p>Referências:</p>
<p>Polonsky, D. C. (2000). Premature Ejaculation. In S. R. Leiblum &amp; R. C. Rosen (Eds.), <em>Principles and practice of sex therapy (3rd ed., pp. 305-332). New York: Guilford Press</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/41/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=41&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruiferreiranunes.com/2009/11/06/ejaculacao-precoce/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/288719a321e920ca8107e96712bcbe4a?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ruiferreiranunes</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Vida Sexual Pós-Parto</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2009/02/13/vida-sexual-pos-parto/</link>
		<comments>http://ruiferreiranunes.com/2009/02/13/vida-sexual-pos-parto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 08:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório online]]></category>
		<category><![CDATA[amamentar]]></category>
		<category><![CDATA[auto-imagem]]></category>
		<category><![CDATA[bebé]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[dinâmica familiar]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ruiferreiranunes.com/?p=30</guid>
		<description><![CDATA[Olá. Tenho uma filhota com 6 meses e já não amamento. Durante a minha gravidez senti que o meu apetite sexual estava no seu auge. No entanto, após o parto eu até deixei de pensar nisso! Se não fosse pela &#8230; <a href="http://ruiferreiranunes.com/2009/02/13/vida-sexual-pos-parto/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=30&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-30"></span></p>
<blockquote><p>Olá. Tenho uma filhota com 6 meses e já não amamento. Durante a minha gravidez senti que o meu apetite sexual estava no seu auge. No entanto, após o parto eu até deixei de pensar nisso! Se não fosse pela insistência do meu marido acho que não teria tido uma única relação sexual desde que a bebe nasceu! Ás vezes penso que isso acontece pelo facto de eu ter engordado 25kg&#8230; mas esse pensamento não me dá vontade de emagrecer. É como se sentisse que simplesmente não preciso de sexo! Pode me ajudar?</p></blockquote>
<p>Quando um bebé nasce é normal que a mãe esteja totalmente centrada em cuidar da criança, canalizando todo o investimento afectivo para esta. Presumindo que esta é a sua primeira filha, este tipo de preocupações são ainda redobradas. Na verdade há pouco espaço para os outros, nomeadamente para o marido e pouca consciência de algumas necessidades que entretanto passaram para segundo plano como as relações sexuais. O parto pode também originar alterações hormonais e neuronais que afectam o desejo, embora estes sistemas tendam com o decorrer do tempo a voltar à normalidade. O facto de ter engordado com a gravidez pode criar problemas de imagem e diminuir a auto-estima, sentindo-se menos desejável e logo menos predisposta a ser desejada.  </p>
<p>Será importante avaliar qual o impacto do surgimento deste bebé na dinâmica do casal, se existem questões na relação, ou individualmente, anteriores ao nascimento, que não foram resolvidas ou mesmo abordadas e que poderão ter sido despoletadas pelo aparecimento de mais um elemento na dinâmica familiar. Também convinha fazer exames médicos para avaliar algum tipo de alteração hormonal. </p>
<p>Por último seria necessário saber se para além de não ter vontade de sexo existem outros sintomas como ansiedade, tristeza, alterações do sono ou do apetite etc. que acompanham a falta de desejo. A estimulação e esforço exigidos na preparação do parto e posteriormente no cuidar da criança conduzem a um desgaste grande na mãe e à necessidade de um tempo de recuperação até atingir de novo o equilíbrio desejável. É conhecido como a mulher pode ficar mesmo deprimida como reacção ao esforço realizado.</p>
<p>Ao ler a sua questão pareceu-me que o bebé veio preenche-la de uma forma que parece substituir a própria necessidade sexual. Durante o período de amamentação, a intimidade com o bebé e mesmo o acto de sucção do peito constituem uma experiência muito gratificante para a mãe do ponto de vista físico e psicológico. Quando o período de amamentação termina e é expectável um retorno à vida normal do casal, a mulher pode sentir a nível inconsciente que está a trair o bebé, o que se pode traduzir numa reacção depressiva e ou diminuição do desejo pelo companheiro. Nesta perspectiva, a manutenção do peso seria a forma inconsciente de reduzir o desejo pelo seu marido e assim não trair o bebé.</p>
<p>Como já passaram 6 meses convêm retomar a atenção a si própria e ao seu companheiro para que a relação recupere a vitalidade inicial. Para isso poderá recriar as condições que inicialmente suscitavam o desejo no casal e planear outras que lhe pareçam adequadas para a situação actual como cuidar da sua imagem, sentir-se mais atraente, planear um tempo para desfrutar a relação a sós com o seu companheiro. Se os sintomas permanecerem deverá consultar um terapeuta para a ajudar neste processo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/30/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=30&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ruiferreiranunes.com/2009/02/13/vida-sexual-pos-parto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>198</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/288719a321e920ca8107e96712bcbe4a?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">ruiferreiranunes</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
