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	<title>Rui Ferreira Nunes &#187; infidelidade</title>
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		<title>Rui Ferreira Nunes &#187; infidelidade</title>
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		<title>Depois da Infidelidade</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 10:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[infidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>

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		<description><![CDATA[O impacto psicológico causado pelas situações de infidelidade leva muitas pessoas a procurar a terapia de casal e a terapia individual para tentar ultrapassar as feridas abertas pela quebra das expectativas sobre o outro e sobre a relação. A definição &#8230; <a href="http://ruiferreiranunes.com/2012/03/14/depois-da-infidelidade/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=178&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O impacto psicológico causado pelas situações de infidelidade leva muitas pessoas a procurar a terapia de casal e a terapia individual para tentar ultrapassar as feridas abertas pela quebra das expectativas sobre o outro e sobre a relação.</p>
<p>A definição de infidelidade inclui duas componentes comportamentais: 1. Um dos parceiros envolve-se com um terceiro em comportamentos de cariz sexual que violam de forma explícita ou implícita as expectativas da relação; 2. Um dos parceiros envolve-se com um terceiro em comportamentos de natureza não-sexual tais como partilhar tempo, sentimentos e pensamentos que violam de forma explícita ou implícita as expectativas da relação.</p>
<p><span id="more-178"></span></p>
<p>Em qualquer dos casos, a definição de infidelidade caracteriza-se, <span style="color:#333333;font-style:normal;line-height:24px;">de forma explícita ou implícita, </span>pela quebra do compromisso acordado por ambos os membros do casal. A natureza do compromisso e a forma subjectiva como é assumido e sentido é por vezes a primeira questão que se levanta num cenário de infidelidade. Muitos casais não discutem o compromisso esperado e possuem percepções diversas sobre os comportamentos aceitáveis na relação com terceiros. Contudo, são de facto os comportamentos claramente não expectáveis que produzem situações de maior risco para a relação nomeadamente quando uma das pessoas é surpreendida com a evidência da quebra do compromisso e a forma como este se transforma numa situação de clara agressão e violação do parceiro.</p>
<p>As razões que levam a situações de infidelidade são múltiplas e incluem sempre uma componente relacional, ou seja a quebra do compromisso é derivada duma dinâmica em que o parceiro assume ou assumiu um papel visto pelo outro como passível de ser violado. Por exemplo, relações em que as pessoas têm pouca intimidade ou em que uma assume um papel cuidador e parental em relação ao outro, levam por vezes um dos membros a procurar preencher as suas necessidades emocionais e sexuais fora da relação. Factores culturais e sociais podem ter um peso relevante nas situações de infidelidade. Experiências sexuais fora da relação são por vezes encaradas como aceitáveis pelo seu cunho clandestino e transgressor por oposição ao carácter estável, social e moralmente adequado às necessidades do sujeito e ao seu enquadramento familiar. Obviamente que esta análise é circunscrita aos padrões observados nas sociedades ditas ocidentais e não pode ter a mesma aplicação em culturas que encaram a fidelidade de forma manifestamente diversa.</p>
<p>Não obstante, a estrutura psicológica individual é um factor preponderante nos cenários de infidelidade. Excluídos os casos do foro patológico, as dinâmicas relacionais reflectem sempre a forma como as pessoas são diferenciadas e capazes de assumir o compromisso com o outro. A história familiar e de desenvolvimento têm um peso determinante na construção dos padrões interpessoais, na reprodução de padrões relacionais experienciados no passado ou na projecção na outra pessoa de aspectos de si próprio não resolvidos. Por exemplo, a falta de validação e gratificação narcísica durante o crescimento poderão levar a uma desvalorização do vínculo afectivo com o parceiro e à procura dum elemento exterior à relação com funções excitatórias ou mágicas sentidas como reparadoras de falhas no desenvolvimento do indivíduo.</p>
<p>O plano de tratamento pós-infidelidade no contexto da terapia de casal pode comportar diferentes objectivos. Os membros do casal podem estabelecer como objectivo recuperar a relação e terminar de imediato o caso extra-conjugal se este ainda não estiver terminado. O casal pode também optar por um plano ambivalente, neste caso o objectivo é clarificar o futuro da relação e do <em>affair</em>. Por último, ambos os membros do casal podem desejar terminar a relação e o objectivo da terapia é a separação nas melhores condições possíveis. Em qualquer das situações o terapeuta compromete-se com ambos os parceiros em não ocultar do outro nenhum dos aspectos confidenciados em sessões individuais e em colaborar no sentido de promover o bem-estar do casal.</p>
<p>Neste sentido, a terapia procura defender ambos os membros do casal de ameaças ou acções que possam magoar o próprio ou o outro. São verbalizados as razões e os sentimentos decorrentes do caso extra-conjugal com respeito e consideração pelo parceiro. Procura-se avaliar o impacto psicológico do <em>affair</em> em ambos os membros do casal e desenvolver intervenções com vista a resolver e a aliviar os sintomas detectados, que no caso da vítima podem compreender sintomas de stress pós-traumático e ou depressão. São exemplos destas intervenções, desenvolver estratégias para lidar com pensamentos intrusivos relativos ao <em>affair</em> experienciados pela vítima, promover formas de expressão dos sentimentos e compreensão pelo ponto de vista do outro.</p>
<p>Uma vez que estejam identificados os factores que conduziram à situação de infidelidade e definidos os objectivos da terapia, o casal enceta um projecto de mudança na relação em que se procura estabelecer individualmente os aspectos a alterar com vista a promover a recuperação da relação ou eventualmente a optar pela separação.</p>
<p>As crises provocadas por situações de infidelidade, apesar de muito dolorosas, são muitas vezes oportunidades para o casal repensar o projecto de relação e confrontar-se com mudanças individuais que implicam o crescimento emocional de ambos os parceiros. A co-responsabilização das situações criadas e a capacidade para aceitar os erros cometidos são passos decisivos para restabelecer uma relação mais significativa e duradoura. Uma melhor compreensão das nossas vulnerabilidades e a possibilidade de as poder partilhar com o outro reforça a intimidade do casal e promove uma visão mais realista da vida conjugal.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ruiferreiranunes.wordpress.com/178/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=178&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Infidelidade na Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 19:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Ferreira Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consultório online]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[infidelidade]]></category>
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		<category><![CDATA[relação]]></category>
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		<description><![CDATA[Somos um casal jovem (de 29 anos), casados há 4 anos. Considero que sempre tivemos uma vida sexual activa normal, è verdade. Em Novembro do ano passado descobri que o meu marido tinha umas experiências, que para mim não são normais!! Deste modo, &#8230; <a href="http://ruiferreiranunes.com/2009/03/12/infidelidade-na-internet/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ruiferreiranunes.com&#038;blog=29796171&#038;post=32&#038;subd=ruiferreiranunes&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Somos um casal jovem (de 29 anos), casados há 4 anos. Considero que sempre tivemos uma vida sexual activa normal, è verdade.</p>
<p>Em Novembro do ano passado descobri que o meu marido tinha umas experiências, que para mim não são normais!! Deste modo, descobri que ele via sites/vídeos pornográficos (isto eu sabia que ele &#8220;gostava&#8221; de o fazer de vez em quando!!!), mas o que eu achei mais estranho foi o facto de ele se masturbar enquanto o fazia!!! Descobri também que se inscreveu num site (adultfindfriend), procurando mulher entre os 18-30 anos para sexo a dois!!<span id="more-32"></span></p>
<p>Obviamente quando vi isto fiquei chocada!! Jamais imaginei que seria capaz disso, senti-me traída!!</p>
<p>Confrontei-o com a situação, e ele disse-me que era &#8220;normal, é curiosidade&#8221;!</p>
<p>Não me parece que seja normal, e parece-me que é &#8220;curiosidade&#8221; a mais.</p>
<p>Eu quero pensar que isso foi uma fase, que passa, e que ele nunca teve intenção de me magoar. Mas, fê-lo, e desde então, que de vez em quando este fantasma me assombra!!!</p></blockquote>
<p>Surge com frequência a questão das fantasia sexuais no contexto da relação e como estas podem ser geridas pelo casal. Na fase do enamoramento, as pessoas estão completamente centradas no outro, não havendo grande espaço para fantasiar sobre outra pessoa que não seja o amado ou a amada. Contudo, este período tem uma duração limitada que pode ir no máximo até aos 2 anos, conforme indicam vários estudos nesta área.</p>
<p>Durante a fase do enamoramento, desenvolve-se o vínculo afectivo que permitirá o crescimento da relação e a ambos os indivíduos serem capazes de aceitar e tolerar as verdadeiras características do outro, passando assim duma fase romântica a um entendimento mais real da pessoa amada.</p>
<p>Por outro lado, surgem com maior visiblidade os aspectos negativos da outra pessoa e o casal entra numa fase de maior rotina muitas vezes associada à decisão de se casar ou viver juntos. A possibilidade de estabelecer uma relação de forma mais séria e durável implica a iminência da perda da individualidade e pode dar origem a estratégias várias que se constituem como obstáculos ao crescimento da relação.</p>
<p>As dificuldades em permanecer e investir na relação estão normalmente relacionadas com estratégias interiorizadas na família de origem e pela forma como foi desenvolvida a personalidade e identidade da pessoa ao longo do tempo, bem como influências do meio exterior, sociais e culturais.</p>
<p>Exemplos comuns das  dificuldades em permanecer na relação são os sintomas fóbicos, ou seja, medos irracionais do que poderá acontecer se o indivíduo ficar somente com uma pessoa. São exemplos destas fobias, o sentir-se sufocado pela relação, sentir que se perdeu a liberdade individual, ou ainda sentir que não se experimentou o suficiente para dar um passo mais sério. O compromisso com alguém leva a pessoa a recear que a sua identidade se dilua chegando mesmo ao ponto de não se reconhecer se for fiel a uma só pessoa. Em suma, o indivíduo receia que se perca uma parte fundamental de si próprio se decidir investir numa relação com alguém.</p>
<p>Outras estratégias mais complexas estarão relacionadas com as formas como o inconsciente boicota a experiência relacional com base em experiências traumáticas que aconteceram no passado. Nestes casos, a pessoa tenderá a boicotar a relação com receio de ser abandonada ou para evitar cenários de grande decepção ou sofrimento. Noutras situações, o indivíduo não se valoriza o suficiente (baixa auto-estima), o que o leva a não valorizar quem gosta de si e consequentemente as relações que lhe proporcionam bem-estar e estabilidade, ou por outro lado, a permitir cenários de abuso e maltrato.</p>
<p>Todas estas variáveis poderão participar em dinâmicas complexas que levam muitas pessoas a perder o desejo na relação ou a procurar através da fantasia sexual com o outro sabotar a mesma e logo sabotar-se a si próprias. Mas a fantasia sexual com o outro não significa necessariamente que a pessoa  não deseje permanecer na relação ou que esteja a pôr em causa o compromisso que assumiu.</p>
<p>Quando se está em relação, não se fica cego ou surdo relativamente aos outros e às fantasias com outros. O que se torna importante é a forma como se enquadram esses pensamentos e é possibilitada a sua emergência no contexto relacional.</p>
<p>Quando a relação não corre bem, as pessoas tendem a procurar outros pontos de apoio ou escapes, como forma de evitar o stress ou sentimentos negativos provocados pela dinâmica relacional. Nestes momentos, a fantasia sexual com o outro reforça o ego do indivÍduo na medida que lhe assegura a sua própria validade através da capacidade de seduzir alguém diferente e a possibilidade, mesmo que remota, de poder deixar o parceiro(a). A ideia de que existe sempre alguém melhor que vai resolver os nossos problemas pessoais ou relacionais acaba por evitar que a pessoa desenvolva a necessária tolerância à frustração, resultante de lidar com os aspectos negativos do outro e dela mesma e aceite permanecer na relação com uma só pessoa, sem se sentir vulnerável por isso.</p>
<p>Se poderá ser admissível, e  essa será uma condição a negociar na relação, cada membro do casal poder visionar e desfrutar de pornografia a título individual — não me parece que esta condição constitua em si mesma um problema, quando ambos estão seguros da sua sexualidade e da vontade de estar com o outro.</p>
<p>Quando uma das pessoas decide passar várias horas em frente ao computador e no caso do marido da leitora, procurar explicitamente um encontro com alguém, ele poderá estar ou não a trair a companheira, dependendo do seu conceito de fidelidade e do que este representa para a relação. Muitas vezes o conceito de fidelidade não se aplica da mesma forma para um e para o outro, sendo frequente as pessoas serem mais indulgentes consigo mesmas. Será que o seu marido também aceitaria o mesmo comportamento da sua parte?</p>
<p>A leitora sentiu-se traída e esse sentimento é suficiente para poder confrontar o seu marido e esclarecer o modo como a fidelidade é entendida na relação. E quando ele vê as imagens no computador ou se masturba, também se sente igualmente traída? O que a leva a querer controlar os momentos a sós do seu marido? Será que já se sentia insegura na relação antes de descobrir as fantasias do seu marido? Como estão as suas necessidades a ser atendidas na relação?</p>
<p>De alguma maneira, na situação descrita, o seu marido poderá estar a testá-la quanto à sua capacidade para aceitar este tipo de comportamento e o conceito de fidelidade que lhe está inerente. Mas esta forma de o fazer também poderá revelar a dificuldade que o seu marido poderá ter em comunicar consigo sobre aspectos que não correm bem na vida do casal ou não ter consciência de aspectos internos que possam estar a sabotar a relação.</p>
<p>Caberá a ambos decidir em que termos aceitam ter a relação e qual o tipo de  fidelidade esperada, discutindo abertamente sobre o assunto. A confrontação com o outro é necessária para que seja claro o que está em jogo e as opções que se oferecem ao casal. Neste processo poderá ser útil o recurso à terapia individual ou de casal, para melhor avaliar a situação e os recursos disponíveis para encontrar soluções para os problemas.</p>
<p>Muitas vezes os casais presumem que existe um paradigma erótico para a relação que é o paradigma de quando estão apaixonados, tornando os estádios posteriores da relação sempre menos estimulantes e eróticos. Por outro lado, o modelo de relação dos pais surge muitas vezes como uma experiência não erótica e uma vida de casal rotineira, pouco estimulante e satisfatória. Na verdade, se o investimento colocado na procura de estímulos exteriores for canalizando para a procura de soluções imaginativas e lúdicas na vida do casal, a relação irá fortalecer-se e ganhar maior profundidade e satisfação.</p>
<p>Estar em relação é também uma opção que implica cedências, esforço, adaptação ao outro e mudanças em nós próprios. Mas este desafio constante, a longo prazo, acaba por ser mais gratificante do que a fantasia do que poderíamos ser e fazer, no mundo virtual das nossas projecções.</p>
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