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	<title>Comentários para Rui Ferreira Nunes</title>
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	<description>Psicoterapeuta</description>
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		<title>Comentário em Deixámos de ter sexo por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2010/05/27/deixamos-de-ter-sexo/#comment-710</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 09:33:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Míria deve procurar ajuda psicoterapêutica porque apresenta sintomas dum bloqueio muito grande relativo à sexualidade que terá origem na sua história de desenvolvimento e que necessita de ser investigado para que possa recuperar o desejo e ter uma sexualidade mais saudável com o seu marido e sentir-se melhor consigo própria.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Míria deve procurar ajuda psicoterapêutica porque apresenta sintomas dum bloqueio muito grande relativo à sexualidade que terá origem na sua história de desenvolvimento e que necessita de ser investigado para que possa recuperar o desejo e ter uma sexualidade mais saudável com o seu marido e sentir-se melhor consigo própria.</p>
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		<title>Comentário em Deixámos de ter sexo por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2010/05/27/deixamos-de-ter-sexo/#comment-709</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 09:26:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Erika, o seu marido deserotizou a relação consigo ou seja perdeu o desejo sexual por si. Esta situação pode ter várias explicações para as quais seria necessário  uma avaliação clínica do seu marido e consequente ajuda terapêutica. Não me parece que o problema esteja em si, embora obviamente acabe por colocar em causa a relação e daí ser importante confrontá-lo tal como o fez. Curiosamente, quando a relação era mais conflituosa o seu marido tinha mais desejo por si, quando a relação entrou numa fase mais pacífica ele afastou-se. Por vezes os casais quando se instalam na relação e uma das pessoas sente a outra mais disponível ou como garantida diminuiu o desejo pela mesma. Esta poderá ser uma das razões embora me pareça que existem outros mecanismos internos a nível da dinâmica individual do seu marido que o levam a afastar-se de si e que só com ajuda terapêutica poderá identificá-los, se assim o desejar.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Erika, o seu marido deserotizou a relação consigo ou seja perdeu o desejo sexual por si. Esta situação pode ter várias explicações para as quais seria necessário  uma avaliação clínica do seu marido e consequente ajuda terapêutica. Não me parece que o problema esteja em si, embora obviamente acabe por colocar em causa a relação e daí ser importante confrontá-lo tal como o fez. Curiosamente, quando a relação era mais conflituosa o seu marido tinha mais desejo por si, quando a relação entrou numa fase mais pacífica ele afastou-se. Por vezes os casais quando se instalam na relação e uma das pessoas sente a outra mais disponível ou como garantida diminuiu o desejo pela mesma. Esta poderá ser uma das razões embora me pareça que existem outros mecanismos internos a nível da dinâmica individual do seu marido que o levam a afastar-se de si e que só com ajuda terapêutica poderá identificá-los, se assim o desejar.</p>
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		<title>Comentário em Restless, Redenção por Elisa Scarpa</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2011/12/15/restless-redencao/#comment-690</link>
		<dc:creator><![CDATA[Elisa Scarpa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 13:32:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme é absolutamente delicado, tratar a morte desta maneira, com tal subtileza e delicadeza é um achado. Reintegra-nos no ciclo da natureza, a darwinista Annabel, olha para si, como fazendo parte de um corpo maior, em evolução constante. As palavras
têm pouco poder neste filme, se comparadas com o olhar e com a capacidade que os adolescentes possuem de se encenarem. &quot;Não conseguir falar tem mais significado do que qualquer palavra&quot; _ é voltar ao chão puro das emoções, antes de sabermos falar, já as emoções nos possuem!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O filme é absolutamente delicado, tratar a morte desta maneira, com tal subtileza e delicadeza é um achado. Reintegra-nos no ciclo da natureza, a darwinista Annabel, olha para si, como fazendo parte de um corpo maior, em evolução constante. As palavras<br />
têm pouco poder neste filme, se comparadas com o olhar e com a capacidade que os adolescentes possuem de se encenarem. &#8220;Não conseguir falar tem mais significado do que qualquer palavra&#8221; _ é voltar ao chão puro das emoções, antes de sabermos falar, já as emoções nos possuem!</p>
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		<title>Comentário em Sangue do Meu Sangue por vasco camara</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2011/10/29/sangue-do-meu-sangue-2/#comment-610</link>
		<dc:creator><![CDATA[vasco camara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 09:21:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[tens de ver mesmo a versão longa: há todo um jogo de espelhos entre os vários &quot;pares&quot; que só é evidente aí. (mesmo a sequencia da violação deixa de ser um momento de brutalidade inusitado e passa a ser o culminar de uma espécie de &quot;ciclo de sexo&quot; que se vai desenhando ao longo do filme e que, afinal, é a forma como as personagens falam). Além disso, há cenas estarrecedoras que ficaram de fora da versão curta. 
Gosto muito deste filme. 
E o prazer foi meu, Rui]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tens de ver mesmo a versão longa: há todo um jogo de espelhos entre os vários &#8220;pares&#8221; que só é evidente aí. (mesmo a sequencia da violação deixa de ser um momento de brutalidade inusitado e passa a ser o culminar de uma espécie de &#8220;ciclo de sexo&#8221; que se vai desenhando ao longo do filme e que, afinal, é a forma como as personagens falam). Além disso, há cenas estarrecedoras que ficaram de fora da versão curta.<br />
Gosto muito deste filme.<br />
E o prazer foi meu, Rui</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentário em Sangue do Meu Sangue por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2011/10/29/sangue-do-meu-sangue-2/#comment-609</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 15:49:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Vasco faz todo o sentido o que dizes, eu também gostei muito da &quot;Fantasia Lusitana&quot; e senti que nos retratava tal como somos hoje de forma muito confrontativa, deixando-nos no final do filme com um amargo de boca. Fiquei com vontade de ver a versão longa do Sangue. Inscrevo-me com prazer nos populares com alguma cultura :) Fico muito satisfeito (e honrado) que tenhas descoberto e lido o meu texto. Um abraço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Vasco faz todo o sentido o que dizes, eu também gostei muito da &#8220;Fantasia Lusitana&#8221; e senti que nos retratava tal como somos hoje de forma muito confrontativa, deixando-nos no final do filme com um amargo de boca. Fiquei com vontade de ver a versão longa do Sangue. Inscrevo-me com prazer nos populares com alguma cultura <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Fico muito satisfeito (e honrado) que tenhas descoberto e lido o meu texto. Um abraço</p>
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		<title>Comentário em Sangue do Meu Sangue por vasco camara</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2011/10/29/sangue-do-meu-sangue-2/#comment-608</link>
		<dc:creator><![CDATA[vasco camara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 11:57:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acrescentaria isto: que a nossa proximidade destas personagens  está a ser responsável por uma certa forma de recusa do filme, curiosamente em sectores &quot;sofisticados&quot;, que consiste em dizer que ele é habitado por &quot;caricaturas&quot;. O  cinema do Canijo é uma espécie de abraço de reconhecimento, mas está tão próximo que nos sentimos sufocados. Até nisso ele diz quem somos hoje, habitantes ou não do bairro do Padre Cruz. (&quot;Fantasia Lusitana&quot; não era um filme sobre o Estado Novo, na verdade, era uma exposição do mundo português, tal como ele ainda é hoje). Para além disso, há quem não saiba bem o que fazer com esta mistura do &quot;popular&quot; e do &quot;culto&quot; no cinema deste realizador (aliás, parece que os mais &quot;cultos&quot; se envergonham do &quot;popular&quot;, por isso falam em &quot;caricatura&quot;). A versão longa do filme, de qualquer forma, é o &quot;monumento&quot;, é aquela que é mais &quot;justa&quot; para as personagens e aquela que cumpre uma espécie de utopia transversal que está em &quot;sangue do meu sangue&quot;. Satisfazendo a vontade de ficarmos com estas pessoas para sempre.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescentaria isto: que a nossa proximidade destas personagens  está a ser responsável por uma certa forma de recusa do filme, curiosamente em sectores &#8220;sofisticados&#8221;, que consiste em dizer que ele é habitado por &#8220;caricaturas&#8221;. O  cinema do Canijo é uma espécie de abraço de reconhecimento, mas está tão próximo que nos sentimos sufocados. Até nisso ele diz quem somos hoje, habitantes ou não do bairro do Padre Cruz. (&#8220;Fantasia Lusitana&#8221; não era um filme sobre o Estado Novo, na verdade, era uma exposição do mundo português, tal como ele ainda é hoje). Para além disso, há quem não saiba bem o que fazer com esta mistura do &#8220;popular&#8221; e do &#8220;culto&#8221; no cinema deste realizador (aliás, parece que os mais &#8220;cultos&#8221; se envergonham do &#8220;popular&#8221;, por isso falam em &#8220;caricatura&#8221;). A versão longa do filme, de qualquer forma, é o &#8220;monumento&#8221;, é aquela que é mais &#8220;justa&#8221; para as personagens e aquela que cumpre uma espécie de utopia transversal que está em &#8220;sangue do meu sangue&#8221;. Satisfazendo a vontade de ficarmos com estas pessoas para sempre.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Falta de Desejo por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2009/01/04/falta-de-desejo/#comment-23</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 16:05:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sofia procure explorar a sua sexualidade sózinha através da masturbação e da observação do que é para si erótico e estimulante. Também pode falar com o seu namorado sobre a dificuldade que está a sentir e procurarem explorar a sua sexualidade de forma gradual e lúdica, retirando essa pressão de que não se consegue excitar, o que poderá estar a condicionar a sua resposta sexual. Poderão existir outras razões relacionadas com a sua história de desenvolvimento sexual, ou seja como foi feita a aprendizagem da sexualidade ou ainda está a ser, que tipo de crenças culturais, sociais ou outras poderão estar a condicioná-la, de que forma a sua família encara a sexualidade e como as atitudes familiares a afectam a si etc. Mas estas questões seriam melhor avaliadas num contexto terapêutico, com um terapeuta sexual, caso o problema persista.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sofia procure explorar a sua sexualidade sózinha através da masturbação e da observação do que é para si erótico e estimulante. Também pode falar com o seu namorado sobre a dificuldade que está a sentir e procurarem explorar a sua sexualidade de forma gradual e lúdica, retirando essa pressão de que não se consegue excitar, o que poderá estar a condicionar a sua resposta sexual. Poderão existir outras razões relacionadas com a sua história de desenvolvimento sexual, ou seja como foi feita a aprendizagem da sexualidade ou ainda está a ser, que tipo de crenças culturais, sociais ou outras poderão estar a condicioná-la, de que forma a sua família encara a sexualidade e como as atitudes familiares a afectam a si etc. Mas estas questões seriam melhor avaliadas num contexto terapêutico, com um terapeuta sexual, caso o problema persista.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Abuso Disfarçado de Amor por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2010/01/13/abuso-disfarcado-de-amor/#comment-443</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 15:51:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Andréia a atracção por uma pessoa que nos faz mal tem normalmente origem na história de desenvolvimento do próprio e deverá ser abordada num contexto psicoterapêutico, pois trata-se de identificar aspectos relacionais muito sensíveis que tiveram um impacto significativo na formação da estrutura psicológica da pessoa e no forma como se projecta na relação com os outros. A atracção por uma pessoa que nos maltrata muitas vezes indicia o desejo de conquistar alguém que nos fez/faz mal e tem por isso motivações inconscientes difíceis de compreender. Deriva duma necessidade de reparação do eu mas que acaba normalmente por repetir o abuso e deixar a pessoa com a auto-estima cada vez mais danificada. procure valorizar as pessoas que gostam de si como o seu marido pois essa será uma forma também de valorizar-se a si própria mas o melhor é mesmo recorrer a ajuda psicoterapêutica.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Andréia a atracção por uma pessoa que nos faz mal tem normalmente origem na história de desenvolvimento do próprio e deverá ser abordada num contexto psicoterapêutico, pois trata-se de identificar aspectos relacionais muito sensíveis que tiveram um impacto significativo na formação da estrutura psicológica da pessoa e no forma como se projecta na relação com os outros. A atracção por uma pessoa que nos maltrata muitas vezes indicia o desejo de conquistar alguém que nos fez/faz mal e tem por isso motivações inconscientes difíceis de compreender. Deriva duma necessidade de reparação do eu mas que acaba normalmente por repetir o abuso e deixar a pessoa com a auto-estima cada vez mais danificada. procure valorizar as pessoas que gostam de si como o seu marido pois essa será uma forma também de valorizar-se a si própria mas o melhor é mesmo recorrer a ajuda psicoterapêutica.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Co-Dependência, Amor ou Maldição? por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2009/01/21/a-co-dependencia-amor-ou-maldicao/#comment-160</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 09:32:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Adelson, já reparou que está completamente dependente da resposta do seu namorado para sentir amor por si próprio. Esta situação de co-dependência deixa a pessoa completamente refém da outra e do seu comportamento que poderá ter motivações muito diversas da nosso comportamento na relação ou mesmo do que nós somos e significamos para aquela pessoa. Procure gostar mais de si e compreender que não precisa da expressão do afecto do seu companheiro para se sentir melhor consigo mesmo. Isto não implica que não seja importante a expressão do afecto na relação, claro que sim, o problema reside na pessoa só se conseguir sentir bem consigo mesma quando o outro a reconhece e valida. A orientação homossexual tem normalmente um impacto negativo na auto-estima porque as pessoas se sentiram diferentes do padrão normativo da heterossexualidade desde cedo e com frequência sentem-se rejeitadas e descriminadas por essa razão, sofrendo não só da homofobia da sociedade mas mais grave a homofobia internalizada ao longo do processo de desenvolvimento. A psicoterapia é uma boa ajuda para reforçar a auto-estima e a resolução destes conflitos internos não só gerados pela orientação sexual e por vezes não sentidos de forma consciente, como outros derivados de outro tipo de relações e acontecimentos ao longo da vida. Tente valorizar não só os aspectos positivos de você mesmo como os da relação. Afinal o seu namorado parece gostar de si tal e qual você é, e esta pressão que está projectando sobre ele poderá pôr em risco a relação.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Adelson, já reparou que está completamente dependente da resposta do seu namorado para sentir amor por si próprio. Esta situação de co-dependência deixa a pessoa completamente refém da outra e do seu comportamento que poderá ter motivações muito diversas da nosso comportamento na relação ou mesmo do que nós somos e significamos para aquela pessoa. Procure gostar mais de si e compreender que não precisa da expressão do afecto do seu companheiro para se sentir melhor consigo mesmo. Isto não implica que não seja importante a expressão do afecto na relação, claro que sim, o problema reside na pessoa só se conseguir sentir bem consigo mesma quando o outro a reconhece e valida. A orientação homossexual tem normalmente um impacto negativo na auto-estima porque as pessoas se sentiram diferentes do padrão normativo da heterossexualidade desde cedo e com frequência sentem-se rejeitadas e descriminadas por essa razão, sofrendo não só da homofobia da sociedade mas mais grave a homofobia internalizada ao longo do processo de desenvolvimento. A psicoterapia é uma boa ajuda para reforçar a auto-estima e a resolução destes conflitos internos não só gerados pela orientação sexual e por vezes não sentidos de forma consciente, como outros derivados de outro tipo de relações e acontecimentos ao longo da vida. Tente valorizar não só os aspectos positivos de você mesmo como os da relação. Afinal o seu namorado parece gostar de si tal e qual você é, e esta pressão que está projectando sobre ele poderá pôr em risco a relação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Deixámos de ter sexo por Rui Ferreira Nunes</title>
		<link>http://ruiferreiranunes.com/2010/05/27/deixamos-de-ter-sexo/#comment-551</link>
		<dc:creator><![CDATA[Rui Ferreira Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 01:52:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ruiferreiranunes.com/?p=47#comment-551</guid>
		<description><![CDATA[Taci por vezes acontece o homem perder o desejo pela companheira quando esta engravida. Esta inibição do desejo é normalmente inconsciente e está relacionada com questões internas do seu namorado relativas por exemplo à diferenciação entre o papel de mãe e de companheira e objecto de desejo. A gravidez pode despoletar sentimentos não resolvidos entre o próprio e a mãe ou o pai relativos a cenários ou aspectos traumáticos da infância. Outras vezes o homem tem receio de poder magoar o feto ou mesmo a mulher durante o acto sexual. Procure falar com o seu namorado sobre as razões que o levam a não ter vontade de ter sexo consigo desde que ficou grávida e explique como é importante para si continuarem a ter uma vida sexual, situação que é normalmente recomendada a não ser que estejamos perante uma gravidez de risco. Vários estudos apontam para as vantagens do casal manter a relação sexual durante a gravidez não só para manter a relação mais unida, a mulher sente-se mais apoiada pelo companheiro e sente-se desejada, o que se reflecte de forma positiva na sua auto-estima e bem-estar. Mesmo para o feto em desenvolvimento parece haver um impacto positivo produzido pelo bem-estar dos pais e pelo produção de hormonas despoletadas pelo acto sexual como a ociticina, hormona responsável pela vinculação. A procura de outros parceiros poderá pôr em risco a relação e acabar por ser uma solução que não lhe trará qualquer tipo de benefícios a longo prazo, pelo contrário. Em caso de continuar a ter dificuldades com este tema procure ajuda terapêutica quer a título individual ou de preferência como casal.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Taci por vezes acontece o homem perder o desejo pela companheira quando esta engravida. Esta inibição do desejo é normalmente inconsciente e está relacionada com questões internas do seu namorado relativas por exemplo à diferenciação entre o papel de mãe e de companheira e objecto de desejo. A gravidez pode despoletar sentimentos não resolvidos entre o próprio e a mãe ou o pai relativos a cenários ou aspectos traumáticos da infância. Outras vezes o homem tem receio de poder magoar o feto ou mesmo a mulher durante o acto sexual. Procure falar com o seu namorado sobre as razões que o levam a não ter vontade de ter sexo consigo desde que ficou grávida e explique como é importante para si continuarem a ter uma vida sexual, situação que é normalmente recomendada a não ser que estejamos perante uma gravidez de risco. Vários estudos apontam para as vantagens do casal manter a relação sexual durante a gravidez não só para manter a relação mais unida, a mulher sente-se mais apoiada pelo companheiro e sente-se desejada, o que se reflecte de forma positiva na sua auto-estima e bem-estar. Mesmo para o feto em desenvolvimento parece haver um impacto positivo produzido pelo bem-estar dos pais e pelo produção de hormonas despoletadas pelo acto sexual como a ociticina, hormona responsável pela vinculação. A procura de outros parceiros poderá pôr em risco a relação e acabar por ser uma solução que não lhe trará qualquer tipo de benefícios a longo prazo, pelo contrário. Em caso de continuar a ter dificuldades com este tema procure ajuda terapêutica quer a título individual ou de preferência como casal.</p>
]]></content:encoded>
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